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Artigo Científico

Natural to the Human Interactions with Digital Interfaces: a new perspective to understand the virtual experiences

Autor: Eduardo Zilles Borba & Marcelo Knorich Zuffo
Modalidade: Artigo Científico em Congresso Internacional (IAMCR 2015)
Local: Université du Québec à Montréal (Canadá)

Resumo: This is a discussion about the evolution in the way we do interact with digital interfaces. Precisely, it’s a critical reflection on technical and technological advances of human-machine interaction mechanisms, in the sense that their transformations are leading us to an increasingly intuitive relationship with computers (from 2D to 3D, from click to touch, from joystick to gestures).

Thereby, and more importantly, this phenomenon is awaking a new way of understanding our own body, space and, even, reality projected in virtual environments (something between real and virtual, original and copy, truth and lie). In other words, leaving the modus operandi to assume the modus vivendi in our communications with digital interfaces, it’s possible to presume that possession of skills and competences managing computers or video games will no longer be a barrier. After all, we are walking to a more cognitive dialogue with machines (touch, walk, talk, etc.).

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Artigo Científico

Do Modus Operandi ao Modus Vivendi: uma nova percepção de interfaces

Autor: Eduardo Zilles Borba & Marcelo Knorich Zuffo
Modalidade: Artigo Científico em Congresso Internacional (IBERCOM 2015)
Local: Universidade de São Paulo (USP)

Resumo: Esta é uma discussão sobre a evolução no modo como lidamos com interfaces digitais. Precisamente, é uma reflexão acerca dos avanços técnicos e/ou tecnológicos destes mecanismos de interação humano-máquina, no sentido de que suas transformações nos direcionam para relacionamentos mais intuitivos com os computadores (2D vs 3D, clique vs toque) e, com isso, nos despertam uma nova forma de compreender o corpo, o espaço e a própria realidade.

Em suma, é fomentado o pensamento de que, ao deixar o modus operandi para assumir o modus vivendi nas relações com interfaces, as tecnoexperiências tornam-se mais realistas. Contudo, ao mesmo tempo que nos aproximamos do virtual, o conflito perceptivo para a noção que temos do contexto em que estamos inseridos agrava-se. Os sentidos estimulam-nos a acreditar que estamos lidando com algo real (sinto, logo existo no virtual), enquanto a razão insiste em lembrar que tratam-se de simulações (penso, logo não existo no virtual).

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