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Artigo Científico

Realidade Virtual Imersiva: fundamentos, características e perspectivas de aplicação na comunicação publicitária

Autor: Eduardo Zilles Borba, Marcelo Knorich Zuffo & Francisco Mesquita
Modalidade: Artigo Científico em Congresso Internacional (SOPCOM 2015)
Local: Universidade de Coimbra (Portugal)

Resumo: Na atualidade é presenciado um grande interesse da comunidade científica e do mercado corporativo no desenvolvimento de aplicativos de realidade virtual imersiva baseados em equipamentos de head-mounted display (HMD) – Oculus Rift, Samsung Gear VR, Google 3D Cardboard. Seja para realizar treinamentos perigosos de serem conduzidos no mundo real ou, simplesmente, para promover produtos com potenciais consumidores, estes mecanismos de interação homem-máquina são responsáveis por fundirem o real com o virtual.

Diante da variedade de aplicações da realidade virtual junto à sociedade, o artigo discute seu uso no contexto publicitário. Assim, mais do que explicar os fundamentos da comunicação mediada por HMDs (Kerkchove, 1995; Slater et al. 2001; Zuffo et al. 2012), são debatidas práticas do mercado publicitário neste campo emergente da comunicação digital com base em impressões extraídas de observações exploratórias a campanhas publicitárias.

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Artigo Científico

Do Modus Operandi ao Modus Vivendi: uma nova percepção de interfaces

Autor: Eduardo Zilles Borba & Marcelo Knorich Zuffo
Modalidade: Artigo Científico em Congresso Internacional (IBERCOM 2015)
Local: Universidade de São Paulo (USP)

Resumo: Esta é uma discussão sobre a evolução no modo como lidamos com interfaces digitais. Precisamente, é uma reflexão acerca dos avanços técnicos e/ou tecnológicos destes mecanismos de interação humano-máquina, no sentido de que suas transformações nos direcionam para relacionamentos mais intuitivos com os computadores (2D vs 3D, clique vs toque) e, com isso, nos despertam uma nova forma de compreender o corpo, o espaço e a própria realidade.

Em suma, é fomentado o pensamento de que, ao deixar o modus operandi para assumir o modus vivendi nas relações com interfaces, as tecnoexperiências tornam-se mais realistas. Contudo, ao mesmo tempo que nos aproximamos do virtual, o conflito perceptivo para a noção que temos do contexto em que estamos inseridos agrava-se. Os sentidos estimulam-nos a acreditar que estamos lidando com algo real (sinto, logo existo no virtual), enquanto a razão insiste em lembrar que tratam-se de simulações (penso, logo não existo no virtual).

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