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Resumo Expandido

Batmen Beyond: natural 3D manipulation with the BatWand

Autor: Eduardo Zilles Borba, Andre Rodrigues, Olavo Belloc, Mario Nagamura, Marcelo Zuffo
Modalidade: Resumo expandido em congresso internacional (3DUI Symposium)
Local: Los Angeles (Estados Unidos)

Abstract: in this work we present an interactive 3D object manipulation system using off the shelf mobile devices coupled with Augmented Reality (AR) technology that allows editing 3D objects by way of natural interactions based on tangible interfaces paradigms. The set-up consists of a mobile device, an interactive wand marker and AR markers laid on a table. The system allows users to change viewpoint and execute operations on 3D objects - simultaneous translation and rotation, scaling, cloning or deleting - by unconstrained natural interactions, leveraging user’s proficiency on daily object manipulation tasks and speeding up such typical 3D manipulation operations. Depth perception was significantly enhanced with dynamic shadows, allowing fast alignment and accurate positioning of objects. The prototype presented here allows successful completion of the three challenges proposed by the 2017 3DUI Contest, as validated by a preliminary informal user study with participants from the target audience and also from the general public.

Vídeo demonstrativo da pesquisa: https://www.youtube.com/watch?v=HiOUlQpPGh8

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Artigo Científico

Do Modus Operandi ao Modus Vivendi: uma nova percepção de interfaces

Autor: Eduardo Zilles Borba & Marcelo Knorich Zuffo
Modalidade: Artigo Científico em Congresso Internacional (IBERCOM 2015)
Local: Universidade de São Paulo (USP)

Resumo: Esta é uma discussão sobre a evolução no modo como lidamos com interfaces digitais. Precisamente, é uma reflexão acerca dos avanços técnicos e/ou tecnológicos destes mecanismos de interação humano-máquina, no sentido de que suas transformações nos direcionam para relacionamentos mais intuitivos com os computadores (2D vs 3D, clique vs toque) e, com isso, nos despertam uma nova forma de compreender o corpo, o espaço e a própria realidade.

Em suma, é fomentado o pensamento de que, ao deixar o modus operandi para assumir o modus vivendi nas relações com interfaces, as tecnoexperiências tornam-se mais realistas. Contudo, ao mesmo tempo que nos aproximamos do virtual, o conflito perceptivo para a noção que temos do contexto em que estamos inseridos agrava-se. Os sentidos estimulam-nos a acreditar que estamos lidando com algo real (sinto, logo existo no virtual), enquanto a razão insiste em lembrar que tratam-se de simulações (penso, logo não existo no virtual).

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APRESENTAÇÃO